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LOJA VIRTUAL


DONS ESPIRITUAIS



PARTE FINAL

 

 

Dom do Discernimento

 


Como nós estamos precisando do dom de discernimento, irmãos! Quem não tem discernimento troca até Jesus por Genésio. O discernimento o leva a saber o que é de Deus, o que é  humano e até o que é diabólico. Percebemos que uma profecia é diabólica pelo dom do discernimento. Ela vem contra tudo aquilo que a igreja e a palavra de Deus ensinam. O dom do discernimento serve até para você se vestir, para você falar, para se comportar. O discernimento me leva a saber onde eu posso usar um biquíni, uma sunga. Já na casa de Deus, eu tenho que vir com uma roupa mais decente, barriguinha tampadinha. Fazer o teste do louvor na frente do espelho, antes de vir para o grupo é dom do discernimento. Chega à frente do espelho levanta os braços dando glória a Deus e olha na barriga: se mostrar a barriga, essa blusa não serve para ir ao grupo. Discernimento. O dom do discernimento o leva a discernir as coisas que são de Deus para mim e para o outro. Quando eu dizia que quem não tem o dom do discernimento troca até Jesus por Genésio, é por causa de um fato que aconteceu. Uma pessoa foi fazer oração em uma casa, e levou consigo duas pessoas para orarem junto com ela. Ela queria mostrar serviço, que ela era boa no que fazia. Chegaram à casa da pessoa, que se chamava Genésio, e começaram a orar pelo senhor Genésio: “Ó Jesus, vai curando o “seu” Genésio agora, Jesus! Tem que curar! Levanta o “seu” Genésio desse abatimento, Jesus, tira ele do leito! Vai curando, vai libertando, vai restaurando, vai tocando no Genésio”. Essa pessoa foi ficando empolgada, ungida, mas sem discernimento. No meio da oração ela começou: “Genésio, se Jesus não for curado agora, Genésio, o que será dele? Por favor, Genésio toca em Jesus, só o senhor pode curar Jesus.” Terminou a oração, abençoou o homem, despediu-se e foi embora. Os dois formandos perceberam que ele trocou, mas ele não. No caminho um dos dois formandos perguntou: “‘seu’ fulano, você viu o que você fez?” “O que eu fiz?” perguntou ele. “Você trocou Jesus por Genésio”. Houve um silêncio, e ele não disse nada. Um pouco depois, o outro perguntou: “Fulano, será que Genésio foi curado?” Aí ele ficou nervoso e disse: “olha, não quero mais que toquem nesse assunto. Se Genésio ficou curado não sei, mas que Jesus ficou, ficou!”. Então o dom do discernimento, irmão, serve para você usar os outros dons. O dom de ciência não pode acontecer sem discernimento. Uma pessoa estava fazendo oração para o marido e a esposa com os filhos dos dois por perto e ela teve uma palavra de ciência verdadeira, que o marido tinha traído a esposa. Ela podia contar ali, irmãos? Ela podia falar ali, perto de todo mundo, da esposa, dos filhos? Não. Só que ela não teve discernimento. E disse que Jesus estava lhe revelando que o homem tinha traído sua esposa e perguntou se ele confirmava. O homem engoliu seco, e a pessoa prosseguiu dizendo que quando Jesus coloca, é verdade. O homem confirmou. Nessa hora, a mulher já tinha ido buscar o rolo de macarrão. Apanhou rezador, rezadora, marido, os filhos pularam pela janela, foi uma bagunça dentro de casa. O discernimento cai bem em todos os outros dons, como no dom de cura. Uma pessoa falou um dia para mim que foi procurar uma oração de cura, pois estava com problemas sérios no rim. Aqueles que rezavam pediram para a pessoa se sentar, pois eles iriam orar por ele, e ele ficaria curado. Começaram a orar pelo rim da pessoa: “Ó Jesus, vem com seu dedo e arranca esse rim agora, Jesus”. Nessa hora, a pessoa encolheu e disse a Jesus: “Não escuta essa oração, não, Jesus!”. Ela queria um rim curado e não arrancado, certo? E a pessoa o tempo todo foi falando isso. E o irmão pedindo a Jesus que não escutasse aquela oração.  Você, por exemplo. O Serginho falou que você tem o dom de cura e você vira benzedor dentro da sua casa, chama os vizinhos para dar uma benzida. Se você não tiver discernimento, você vai fazer isso. O dom que você tem tem que ser formado. Se você sentiu vontade de orar pela cura dos outros, você tem que fazer formação para servos, para se preparar para poder usar o dom. Não é só comprar uma arma, você tem que aprender a atirar, se não você pode até se matar. Temos que saber usar os dons. Eles são poderosos, mas se você não souber usar, você faz besteira. Então o dom do discernimento me equilibra, me ensina a hora de agir e a hora de não agir.

 

Dom de Línguas.

 


Esse dom chama a atenção de muita gente. A primeira vez que eu ouvi o dom de línguas, foi quando eu estava em um encontro de jovens. Teve um dia de louvor em Mococa. Eu não era muito de rezar, então não fui. Todos os meus amigos foram, na faixa de doze, treze e quatorze anos, foram todos batizados no espírito santo, começaram a orar em línguas e eu não sabia de nada disso e nem o que era isso.  Eles voltaram cheios do espírito e montaram uma comunidade onde eu morava. Só que não tinha violeiro, e eu estava aprendendo a tocar alguma coisa. Então o coordenador foi me chamar, pois eu conhecia todos eles, morávamos praticamente todos juntos. Ele me fez o convite para tocar para eles, dizendo que nem precisava cantar, era só tocar, que ele cantariam. Seria num domingo de manhã. Ele me deu uma folhinha com as notinhas e as musiquinhas e eu fui. Ele ia me pedindo para tocar a número um, porque eu não sabia cantar. Ele me ensinou o ritmo. Eu tocava e eles cantavam e foi dando certo. Fui até gostando. Ele ia pedindo para cantar a dois, a três, e, de repente, fizeram o nome do Pai, pediram o Espírito Santo. Quando vi, todos eles tinha começado a orar em línguas e eu nunca tinha visto aquilo. Eu arregalei os olhos. Olhei na boa do Neco, que jogava baralho comigo na calçada, e ele batia a língua dentro da boca, parecendo um sino. Eu nunca tinha visto aquilo. Corri o olho, o Zé Roberto, vermelhinho, orando em línguas. Aquilo foi me arrepiando, foi crescendo o cabelo. Eles acabaram de orar em línguas e o coordenador falou: “Serginho, toca o cântico numero quatro. Serginho? Serginho? Serginho?”. Eu peguei o violão, coloquei nas costas e fui embora para casa correndo. Cheguei em casa com o olho arregalado, fique lá, sentado no sofá, igual uma estátua, pasmado, não sabia o que estava acontecendo. O coordenador tentou explicar o que era, nas não entrou nada na minha cabeça. Só prometi uma coisa: nunca mais eu voltaria lá. Fiquei até com medo dos meus amigos.  Ai o tempo passou, Jesus me chamou e eu fui gostando do negócio. Passaram-se uns anos e eu quis orar em línguas. Mas eu não sabia como orar em línguas. Quando eu comecei a participar do grupo de oração por mim mesmo, quando eu via o povo orando em línguas, eu ficava louco, eu queria orar, queria fazer igualzinho, mas eu não conseguia. Um dia eu disse: “hoje eu oro. Eu vou ficar perto de um servo bom e o que ele falar eu repito.” Esse servo quase não tinha cabelo e punha do lado, para disfarçar, tinha um bigodão, já tinha caminhada, era ungido, era alto. Quando ele chegou ao grupo, eu fui lá e fiquei pertinho dele como quem não quer nada. Pediram o Espírito Santo. O homem levantou a mão que parecia uma parabólica, ligou lá no céu, e eu disse “é hoje”. Esse homem começou a orar forte. Eu abri o ouvido e comecei a prestar atenção no que ele estava falando para eu repetir, e eu só escutava ele dizer assim: “cata balaio, larga balaio, pega balaio”, que ele falava bem rápido. Eu pensei comigo: “que oração de balaio é essa?”. Fiquei com medo e não fiz. Fui para minha primeira experiência de oração, tendo uma ideia do dom de línguas. Eu achava que o espírito santo baixava na gente, abria nossa boca e balançava a língua. Era assim que eu orava: “vem, Espírito Santo, baixa em mim, abre a minha boca e balança a minha língua”. Em Brodósqui, trezentos e cinquenta pessoas faziam a experiência de oração. Eu pensei que teria que orar em línguas naquele dia. Preparei-me, confessei e disse: “hoje o Espírito Santo vai baixar em mim”. Naquela noite, começou uma forte oração, e a pessoa que estava coordenando mandou todos darem as mãos. Eu tive a graça de segurar na mão de um homem bem pequeno de estatura e, do outro lado, um homem maior. Começamos a pedir o espírito santo. Eu pedi:  “vem, Espírito Santo, vem agora, vem agora, Espírito Santo, baixa em mim agora, abre minha boca, Espírito Santo, balança minha língua”. Eu comecei a ficar empolgado e dar soco: “vem, Espírito Santo”, e aquele homenzinho até saia do chão. Nessa época, eu não tinha muito discernimento. Esse homenzinho suava, agarrado na minha mão e eu “vem, Espírito Santo” e nada, irmão. Olhei pro alto. Tinha uma viga, porque era um salão muito grande, com várias vigas, sendo que eu estava debaixo de uma delas. Eu pensei que era aquela viga que estava me atrapalhando. Sai de debaixo dela, continuei a oração e nada do Espírito Santo baixar. Era um domingo de manhã. Terminou a infusão do Espírito Santo, e eu não tinha orado em línguas, irmão. Eu fiquei frustrado. Eu pensava que era muito pecador, por tudo o que fiz no meu passado, em brigas e outras coisas. Fiquei me lembrando da minha vida velha e pensei que teria que me purificar para que o Espírito Santo baixasse em mim.  Mas como eu era muito curioso, um dia, eu estava na fila do almoço, quando passou um servo. Eu o chamei e expliquei que não conseguia orar em línguas, dizendo que o Espírito Santo não baixava em mim de jeito nenhum. Ele me olhou meio assustado. Eu vi que o pescoço dele engrossou, mas ele aguentou firme, e me questionou. Eu repeti que o Espírito Santo não baixava em mim e não balançava minha língua. Ele me perguntou quem tinha me dito aquilo, ao que eu respondi que ninguém, que apenas eu pensava que era assim. Ele me tirou da fila e me levou em uma salinha. Lá, ele me perguntou o que eu senti. Eu respondi que senti um fogo, meu coração disparando, parecia que ia sair pela boca, suando, mas não orei em línguas. Ele disse que eu tinha sido batizado no Espírito Santo, mas não tinha orado em línguas porque tinha imaginado esse dom diferente do que ele realmente era. Pediu para que eu segurasse em sua mão e repetisse: “Abba, Pai, Abba, Papaizinho”. Enquanto eu repetia, ele orava por mim. Meu coração começou a disparar de novo, um calor. Aquilo que era só Abba, Abba, Abba foi se tornando uma oração em línguas. Fui enrolando a língua. Foi aquela unção, aquele gozo. De repente, entrou um medo dentro de mim e eu tapei a boca. Ele abriu os olhos e me perguntou qual era o problema. Eu tive medo de, quando fosse cumprimentar meu patrão na segunda-feira, minha língua enrolasse e eu falasse em línguas. Então, ele me explicou que o dom da línguas estava totalmente sob meu controle e tirou o medo do meu coração. Peguei na mão dele de novo e fui orando por mais uns quinze minutos. Ele me parou para almoçarmos e me mando, depois, subir ao Santíssimo e orar em  línguas o quanto eu quisesse. E esse quanto eu quiser, irmão, já faz mais de vinte e nove anos que eu oro em línguas todos os dias, me entrego ao poder do Espírito Santo e deixo o dom das línguas e ungir e me edificar para ser o homem carismático que eu sou. Eu cheguei de uma experiência de oração, numa terça feira, em casa, quando parou um carro na porta de casa. A mulher do rapaz que tinha vindo à minha casa estava usando o dom de línguas sem discernimento. Seu marido me perguntou o que eu tinha feito com sua esposa, pois ela tinha feito um encontro comigo e minha equipe e, depois disso, o marido não entendia mais uma palavra do que ela falava.  Entrei no carro com ele e fui até sua casa.  No caminho ele foi relatando as coisas, dizendo que ela estava chamando os filhos em uma linguagem estranha, deixando as crianças com medo dela. Ela  usava o dom sem discernimento. Quando cheguei na casa, ela estava translúcida. O marido disse que estava assustado e, por isso, tinha ido me buscar. Cheguei e perguntei o que estava acontecendo. Ela quis falar em línguas comigo e eu disse que se ela falasse assim eu não entenderia, pois apenas Deus compreende as palavras misteriosas que formam a oração em línguas. Perguntei porque ela fazia aquilo. Ela disse que o dom de línguas era tão bom que não tinha mais vontade de conversar normal. Eu expliquei que ela assustava os filhos e o marido porque usava o dom sem discernimento. Oração em línguas ninguém entende, nem você que esta orando entende. Só Deus sabe o que você esta falando. Eu a orientei e ao marido. Depois de umas duas horas de conversa, o marido acabou acalmando o coração e ela se equilibrou, foi entrando um pouquinho de dom de discernimento. Eu disse a ela que ela tinha recebido o dom das línguas, mas faltava receber o dom do discernimento. Dom das línguas é para todo lugar, mas tem lugar que você vai orar somente dentro do seu coração. Por exemplo, na fila de um banco você vai orar em línguas alto? Na igreja, perto de pessoas que não conhece o dom de línguas, você vai orar em línguas alto? La na sua casa, onde as pessoas da sua família não vão à igreja, você vai ficar orando em línguas alto, no quarto trancado? Agora, no grupo de oração, você pode soltar a voz, pois você está entre irmãos que conhecem o carisma.


Dom de interpretação das línguas


Para terminar, a interpretação das línguas, é  quando há uma profecia em línguas e é dado a alguém o dom de interpretação, com o qual a pessoa vai interpretar as línguas. Não é traduzir. Ela vai receber a profecia em português, enquanto o irmão profetizou em línguas, e depois ela vai falar em português. Às vezes, pode ser a própria pessoa que profetizou em línguas ou pode ser outra pessoa que a interpreta. Isso se chama dom de interpretação das línguas. 
Resumindo irmãos, todos os dons são bons, são presentes para nós, e nós precisamos usá-los.

                                           

 SERGINHO BLUE

 

 

 

 
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"A Cruz sagrada seja minha Luz, Não seja o Dragão meu guia, Retira-te Satanás, Nunca me aconselhes coisas vãs, É mal o que tu me ofereces, Bebe tu mesmo do teu veneno. São Bento Rogai por nós. "

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